Pros
Boa localização da sede no Centro de Goiânia.
Kontras
- Modelo de trabalho: O modelo 100% presencial é justificado porque os gestores têm necessidade de microgerenciamento dos funcionários. No escritório, uma prática comum é ficar vigiando o computador alheio, por exemplo. Não existe flexibilidade de horário e tirar folgas por ter muitas horas no banco não é uma prática vista com bons olhos. - Cultura: Não existe o tal do "ambiente colaborativo". A cultura da empresa é a competição. A interação entre departamentos diferentes é desincentivada e você pode até receber ameaças por conversar com outros colegas. Chega ao ponto de departamentos roubarem demandas e profissionais de outros departamentos para "mostrar serviço" ou de sobrecarregarem profissionais com demandas para dificultar as entregas alheias, iniciativas puxadas pelos gestores. - Gestores: É perceptível que o CEO e os diretores são desligados da realidade dos funcionários. Claramente, estão mais preocupados com números e manter as aparências do que com os funcionários e até mesmo com prestar um bom serviço para os clientes. Priorizam o comercial como "sagrado", negligenciando a sustentabilidade da empresa como um todo. Na OPEN, o que comanda é o ego da gestão. Então, é melhor forjar resultados rápidos para mostrar serviço do que se preocupar em construir processos e projetos estruturados para o longo prazo. - Processos: Os processos basicamente não existem. A ferramenta de comunicação não é respeitada, com demandas chegando por WhatsApp e DM do Instagram, fora do horário de expediente inclusive. Percebe-se que a gestão não tem a mínima noção de gestão de projetos, impondo prazos curtos para equipes sobrecarregadas, já que a prioridade são as contratações para o comercial. Não existe senso de priorização, tudo é tratado como urgente porque é nítida a falta de planejamento. Os projetos são baseados no que a concorrência está fazendo e no que o CEO e/ou o Diretor de Receitas acham legal, então são projetos sem objetivos e metas reais que atropelam o planejamento interno dos departamentos e resultam em funcionários com acúmulo de demandas ou funções. Todos devem ceder aos desejos do CEO. Na minha experiência, já precisei pausar demandas para atender a pedidos "urgentes" pessoais do CEO, sem relação com a empresa. Gestores que tentam estruturar processos são boicotados. - Gestão de pessoas: Os salários estão dentro da média de mercado, mas os benefícios são ruins. O vale flexível é interessante, mas o valor está desconectado da região do escritório para alimentação, e os planos de saúde e odonto não são interessantes. É perceptível que o RH tem problemas com gestão de processos internos. Falta a cultura de feedbacks, avaliação de performance estruturada, plano de carreira e política de remuneração. FGTS é depositado com atraso e não existe dia fixo para pagamento de salário e vale. O trabalho de endomarketing é basicamente dar chocolate nas datas comemorativas. - Carga horária: É de 44 horas semanais, mas existem irregularidades trabalhistas na empresa em relação ao ponto. Em treinamentos obrigatórios na empresa durante o final de semana, é proibido bater o ponto. Não existe política de banco de horas e, se é necessário fazer hora extra, os gestores exigem a bater o ponto e continuar trabalhando. Já ouvi de gestor que o modelo de trabalho é "híbrido": no escritório em horário comercial e home office de noite e nos finais de semana. Algumas áreas da empresa são obrigadas a trabalharem fora do horário de expediente e ficar de sobreaviso, tudo não oficialmente.